Em 1980, uma brasileira pós-adolescente, Jane, estudante fake de engenharia (mas excelente jogadora de truco) discursara para mim, de modo ufanado, como era apreciadora da democracia da URSS, e que tal participação popular como na URSS não ocorrera no Brasil naqueles anos de chumbo. A segunda parte era verdade; a primeira, recolhi-me somente a ouvir […]